Radiologia Brasileira - Publicação Científica Oficial do Colégio Brasileiro de Radiologia

AMB - Associação Médica Brasileira CNA - Comissão Nacional de Acreditação
Idioma/Language: Português Inglês

Vol. 39 nº 3 - May / June  of 2006

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Page(s) 185 to 192

Current role of transrectal ultrasonography in the early detection of prostate cancer

Autho(rs): Viviane Cristine Tavares Santos, Miguel Angelo Milito, Edson Marchiori

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Keywords: Prostate, Prostatic cancer, Transrectal ultrasound, Color Doppler, Prostate biopsy

Descritores: Próstata, Câncer prostático, Ultra-sonografia transretal, Doppler colorido, Biópsia prostática

Abstract:
OBJECTIVE: To determine the role of transrectal ultrasound, especially in association with color Doppler, in the diagnosis of prostate cancer. MATERIALS AND METHODS: Eighty-four cases of patients who underwent transrectal biopsy were prospectively analyzed. In all patients, besides the traditional gray-scale sonogram, color Doppler study was performed in search of hypervascular foci. The results were compared with the histopathologic diagnosis. RESULTS: The gray-scale sonogram showed a 67.7% sensitivity, 52.8% specificity, positive predictive value of 45.6% and negative predictive value of 73.6%. The association with color Doppler increased the specificity (from 52.8% to 79.2%) and the positive predictive value (from 45.6% to 62.0%) although it has caused a decrease in the sensitivity (from 67.7% to 58.0%). Besides, the study had 32.2% of missed cancers by both methods, and these patients, although having less extensive cancers all of them were clinically significant (Gleason 6 or more). CONCLUSION: Transrectal ultrasound findings, even in association with color Doppler, are not sufficiently accurate to determine whether a patient should or not be submitted to biopsy.

Resumo:
OBJETIVO: Determinar o papel real que a ultra-sonografia da próstata, notadamente com a associação do Doppler colorido, desempenha no diagnóstico de lesões malignas na próstata. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram estudados, prospectivamente, 84 pacientes submetidos a biópsia guiada por ultra-sonografia transretal. Em todos os pacientes foram feitos estudo com Doppler colorido, à procura de focos de hipervascularização, e o exame ultra-sonográfico habitual. Os resultados foram comparados com os diagnósticos histopatológicos obtidos. RESULTADOS: A ultra-sonografia transretal habitual (escala de cinza) apresentou sensibilidade de 67,7%, especificidade de 52,8%, valor preditivo positivo de 45,6% e valor preditivo negativo de 73,6%. A adição do estudo com Doppler colorido ocasionou aumento importante da especificidade (de 52,8% para 79,2%) e do valor preditivo positivo (de 45,6% para 62,0%), porém causou queda na sensibilidade (de 67,7% para 58,0%). Além disso, houve perda de 32,2% dos cânceres, que não foram diagnosticados por nenhum dos dois métodos, e esses pacientes, apesar de possuírem cânceres menos extensos, eram todos clinicamente significativos (Gleason 6 ou mais). CONCLUSÃO: Mesmo com a associação do Doppler colorido, a ultra-sonografia transretal não possui capacidade suficiente para definir, através dos seus achados, quais pacientes devem ou não realizar biópsia.

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